John le Carré sobre Philip Seymour Hoffman

Ontem, depois de mais de um ano, eu vim aqui e vi que tenho mais de 200 posts salvos como rascunho—a maioria de links adicionados automaticamente via IFTTT ou Instapaper. Eu vou repassar essa lista e publicar o que eu achar que alguém pode gostar.

Pra começar, esse texto do John le Carré no New York Times sobre o meu ator favorito, Philip Seymour Hoffman.

Philip took vivid stock of everything, all the time. It was painful and exhausting work, and probably in the end his undoing. The world was too bright for him to handle. He had to screw up his eyes or be dazzled to death. Like Chatterton, he went seven times round the moon to your one, and every time he set off, you were never sure he’d come back, which is what I believe somebody said about the German poet Hölderlin: Whenever he left the room, you were afraid you’d seen the last of him. And if that sounds like wisdom after the event, it isn’t. Philip was burning himself out before your eyes. Nobody could live at his pace and stay the course, and in bursts of startling intimacy he needed you to know it.

Staring at the Flame, John le Carré on Philip Seymour Hoffman

A última palavra do Philip como protagonista de um filme foi FUCK—em A Most Wanted Man, baseado no livro do le Carré.

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